sábado, 15 de outubro de 2011

a herança platônica.

Um par de olhos para ver. Duas 
Orelhas para ouvir.
Uma boca para falar e sorrir.

Incrível essa matemática da natureza
Com seus infinitos redondos
E seus ângulos de noventa graus.
Parece até que tudo veio em prol da perfeição
E tudo que desviasse do curso
Fosse erro de um cientista maluco
Adorando se meter num laboratório
Para se perder em incríveis experiências
Atrás de um quê de razão.

A busca da perfeição em que caio!
Um cientista maluco
Explodindo um tubo de ensaio...

Um comentário:

Alan Félix disse...

O prazer da imperfeição é sempre o tentar de novo...